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UMA NAÇÃO DE VIDEOTAS

Muitos profissionais portam-se no trabalho como se estivessem diante da tevê, à espera de estímulos para sorrir, sofrer e agir.

Executivos costumam reclamar, lamurientos, da passividade e da falta de iniciativa de seus funcionários. Diretores reclamam de gerentes, gerentes reclamam de supervisores e supervisores reclamam de analistas. A culpa é comumente imputada com frequência à tal da cultura organizacional, uma entidade etérea, com poderes mágicos.

A questão da cultura organizacional alimenta os sonhos e os pesadelos de gestores há três décadas. É vista quase sempre como panaceia capaz de explicar e resolver todos os males empresariais. Perdemos competitividade? Precisamos mudar a cultura! Nossa produtividade está estagnada? É um problema de cultura! Nossos lucros desapareceram e os concorrentes estão avançando? Culpa da cultura!

Estudiosos costumam definir cultura organizacional como um conjunto de pressupostos, criados e validados ao longo do tempo, que definem a forma como as pessoas se comportam, as decisões são tomadas e as ações são conduzidas. Em uma empresa, a cultura organizacional determina o certo e o errado e molda a forma de agir e gerir.

Os artefatos – o ambiente físico, os comportamentos e as práticas de gestão – são a parte mais visível da cultura, mas constituem somente a ponta do iceberg. O que verdadeiramente importa são os tais pressupostos básicos, nem sempre visíveis ou explícitos, que constituem a base do iceberg.

A perspectiva da cultura leva a perceber que toda organização funciona como uma tribo de habitantes de uma caverna, com costumes, rituais e comportamentos específicos. O que é normal para uma organização pode parecer excêntrico ou até mesmo absurdo para outra.

As culturas organizacionais, contudo, são um fenômeno diferente. Não seguem as mesmas dimensões, são mais geríveis e oferecem oportunidades para pôr em contacto culturas nacionais. Apoiado em vinte e cinco anos de investigação em empresas multinacionais, Geert Hofstede revela as circunstâncias em que as culturas organizacionais podem ser geridas com eficácia, e identifica as formas de apreender a comunicação intercultural, essenciais para o sucesso no próximo século.

por Thomaz Wood Jr — publicado 26/10/2015 04h35 na sessão “Economia/Opnião” da Carta Capital